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Criptococose em Equinos

Criptococose em Equinos
A criptococose, é uma doença que acomete diversos mamíferos causada pelo fungo leveduriforme Cryptococcus neoformans. É uma micose sistêmica, que se manifesta de maneira crônica ou sub-aguda, e nos equinos possui aspecto característico de bolhas de sabão, tem sido associada principalmente a meningite, encefalite, granuloma nasal, pneumonia e aborto com placentite micótica e pneumonia no feto. Em sua forma sub-aguda ela tem um desenvolvimento mais agressivo do que a crônica. 
Normalmente essa infecção se desenvolve em animais imunossuprimidos com queda de imunidade local ou sistêmica. É comum que os pacientes com essa doença desenvolvam feridas no pulmão, em caso de animais imunocompetentes essas feridas tendem a regredir. 
É importante salientar que essa é uma doença que normalmente não se desenvolve em animais com uma boa imunidade, tende a se desenvolver quando o corpo do hospedeiro está imunossuprimido e não tem condições de combater seu crescimento. 

Etiologia:
Os Cryptococcus neoformans são fungos, do tipo levedura, encapsulados. Se reproduzem por gemulação e podem viver tanto nas plantas como nos animais, onde em sua maioria causam infecções pulmonares, mas podem também se desenvolverem em outros tecidos. 

Transmissão: 
A transmissão ocorre a partir das vias aéreas, quando o animal aspira os esporos do fungo, por isso o sistema respiratório é o primeiro local de infecção, afetando inclusive a cavidade nasal. Esse fungo pode espalhar-se no corpo pela circulação sanguínea ou linfática. 
Os pombos são agentes transmissores do C. neoformans, através de suas fezes.

Sinais Clínicos:
Os sintomas são muito variados, entre eles observamos abscessos, perda parcial de tecido córneo com rotação da terceira falange, e ainda, emagrecimento, tosse, epistaxe, dispneia, estertores respiratórios e febre.

Prevenção e Controle:
O controle de pombos é essencial na prevenção dessa doença, já que as fezes dos pombos propagam ainda mais o C. neoformans. 
Outra alternativa é manter os animais bem nutridos, se preocupando com a sua saúde digestiva para que tenha uma boa imunidade e não desenvolva a criptococose. 

Diagnóstico:
O diagnóstico é clínico realizado através de testes laboratoriais com base na identificação do agente por citologia e cultura de fluídos corporais.

Tratamento:
O tratamento é feito com antifúngicos sistêmicos como a anfotericina B, fluocitosina, cetoconazol, itraconazol, fluoconazol, outros. Deve se preocupar também com a nutrição deste animal, fornecendo a ele todos os nutrientes necessários para que recupere uma boa imunidade.
A Univittá tem em sua linha inúmeros produtos que proporciona uma melhoria da imunidade reconhecidamente no Brasil e em todo o mundo. O MOS, o aditivo funcional prebiótico da Univittá passou por um teste de eficácia que avaliamos a resposta imunológica dos animais e os animais que estavam em teste consumindo o MOS respondeu muito bem, apresentando um aumentos significativo na resposta imunológica.
Esse tipo de produto pode ser uma excelente arma para combater a imunossupressão de nossos rebanhos e prevenir não somente essa doença como inúmeras outras.
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Postado Por: Letícia Simões

Letícia Simões
Estudante de Medicina Veterinária USP Pirassununga FZEA , estagiária no laboratório de pesquisa em saúde digestiva e desempenho de equinos, atualmente envolvida em um experimento sobre nutrição do casco equino e trabalha no marketing da Univitta Saúde Animal.

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